quarta-feira, 3 de junho de 2009

Como funciona o Twitter?

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O Twitter é uma rede social na internet. Para usar os serviços, é preciso fazer o cadastro no site: www.twitter.com O menu é todo em inglês, porém de fácil compreensão. Após completar todos os campos, um e-mail de confirmação é enviado com um link de acesso. Ao clicar no link, a página estará pronta para uso.


Nas configurações, é possível trocar a cor das letras e do fundo ou até mesmo usar uma foto como plano de fundo. O usuário também pode colocar foto de identificação em sua página inicial, fazer um breve perfil e colocar o link de seu site.


No espaço de updates, é possível postar mensagens de até 140 caracteres. Normalmente as pessoas compartilham links, dão dicas, falam sobre o que estão fazendo, pensando ou o que pretendem. Dão opiniões, comentam fatos, notícias. Não há limite de número de postagens.


Para receber atualizações de outros usuários, basta “seguir” estes clicando em “follow” na página de cada um. As pessoas que tiverem interesse em receber suas postagens, deverão fazer o mesmo procedimento em sua página. Quando um usuário “segue” o outro, é possível enviar e receber mensagens diretas. Outra forma de enviar é colocando o usuário no corpo da postagem, por exemplo @jeanpiter . Dessa forma, o usuário será notificado da citação. Isso vale para os que seguem ou não.


Na barra lateral, os principais assuntos do momento ficam relacionados. Para ter acesso, é só clicar nos temas. No menu de pesquisa, é possível buscar postagens por assunto ou por usuários. Quanto maior a rede de “amigos”, maior será o alcance das postagens.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

EMPREGO EM RISCO?

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Nos últimos anos, o mundo tem assistido uma crescente produção de informação na internet. Os motivos são vários. Os computadores pessoais e residenciais estão com preços cada vez mais acessíveis, e a internet tem chegado a lugares antes inimagináveis. Há vários sites que oferecem serviços gratuitos de blogs, os domínios estão com preços cada vez mais baixos, e as ferramentas de uso cada vez mais didáticas. Desta forma, muitas pessoas passaram a ter espaço para divulgação de informação e opinião. Isso sem falar nas redes sociais como o Orkut, Twiter, Hi5, Myspace etç.


FOTO: Pollyana Ferrari


Se por um lado há muitas pessoas que comemoram a chegada de uma suposta “democracia da informação”, há também os que se não estão insatisfeitos, estão ao menos muito preocupados: Os jornalistas. Alguns grupos dizem que o mercado anda saturado, com salários defasados e com exigências de conhecimento avançado de web. Outros enxergam oportunidades nessa situação. Como é o caso da professora e jornalista Pollyana Ferrari. Em entrevista, ela falou sobre a utilização das novas tecnologias na produção de matérias, como os celulares que filmam, gravam som, tiram foto e enviam e-mail. Segundo ela, essa tecnologia já vem sendo explorada por vários veículos, como é o caso do portal G1. Lá, os repórteres vão a campo, fazem entrevistas, redigem matérias, tiram fotos, filmam e fazem a publicação no site. Às vezes, esse trabalho é feito no banco de trás de um taxi, com o notebook no colo.

Perguntada sobre a possibilidade de qualquer um poder produzir e publicar informações na internet, a professora não vê problemas nisso. Para Ferrari, essa é uma oportunidade de se ter acesso a produções segmentadas, como um médico escrevendo sobre medicina, um arquiteto escrevendo sobre decoração, um músico escrevendo sobre o mercado fonográfico etç. E se isso é uma ameaça para a profissão dos jornalistas, ela não vê assim. Pollyana diz que o jornalista ainda continua sendo um profissional que possui os critérios de seleção da notícia, além de toda uma formação. A verdade é que cada um precisa se adequar ao momento.

Quanto a remuneração dos jornalistas multimídia, Ferrari diz que não é diferente dos outros veículos. Os salários não evoluíram junto com o acréscimo de funções que um webjornalista recebeu nos últimos anos. Mas ela defende a idéia de que os salários devem ser revistos. Hoje, os muitos jornalistas que atuam na área de web buscam se atualizar por conta própria, por gostarem do ofício. Não por menos, se comparado com outros países, os portais brasileiros de informação podem ser classificados com muito atrasados por não aproveitarem os recursos que a web disponibiliza.

Para ler mais sobre a entrevista, leia a matéria aqui, produzida pela jornalista Samara Scoralick.

domingo, 29 de março de 2009

Estácio realiza palestra sobre a Refórma Ortográfica

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Não trema na lingüiça! “Créu” não tem mais acento! Diarréia também não! Quem nunca ouviu uma piadinha dessas? Se tudo no Brasil é motivo de brincadeira, não seria a reforma ortográfica a primeira escapar. Por outro lado, ninguém arrisca dizer que já se adaptou. Para piorar, sobram especulações, como por exemplo, de que o próximo passo seria acabar com todos os acentos, e que os livros com a grafia atual (não adaptada) serão valorizados por colecionadores e museus daqui a algumas décadas.

Pensando em minimizar as especulações, e também em esclarecer algumas dúvidas de seus estudantes de comunicação, a Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte realizou uma palestra, na última quarta-feira (25), com a professora Tailze Melo Ferreira. Ela explicou que o acordo de unificação da língua portuguesa traz mudanças apenas na grafia. A pronúncia continua a mesma. Para ela, tudo é questão de prática: “somente com um uso diário é que vamos aprender as mudanças”, A professora ainda explicou que somente 0,45% das palavras do vocabulário brasileiro serão alteradas, e que em Portugal as mudanças serão bem maiores.

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa é formada por Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. A cidade de Macau na China tem o português como uma de suas línguas oficiais. Na Índia, algumas comunidades também falam. No mundo são de 230 milhões de pessoas.

Mais informações:
ABL – Academia brasileira de letras: http://www.academia.org.br/
Portal da língua portuguesas: http://www.portaldalinguaportuguesa.org/

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

O ego do “furo”, o peso da “barriga” e a diplomacia.

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Errar é humano, já diz o ditado. Concordo. Todos erram, em todas as profissões. Inevitavelmente. Em menor ou maior grau, com grandes repercussões ou não. Os jornalistas são soberbos em sua maioria, é fato. Logo, errar nessa profissão pode ser um suicídio profissional. Mas muitas vezes, o ego do furo os conduz a isso.

Alguns erros na profissão de jornalista são aceitáveis ao me ver. Já errei bastante. Coloquei vírgula onde não tinha, onde precisava eu não pus. Troquei “s” por “z”, coloquei um “s” só onde era preciso por dois. Próclises, ênclises e mesóclises, já nem me esforço em acertar. Evito-as. Concordâncias verbais e nominais, principalmente nas exceções, estou sempre me perdendo. Não por menos, só escrevo no Word e com o dicionário Michaelis aberto. Isso quando estou no meu PC. E agora com essa reforma ortográfica, talvez eu volte para o segundo grau no ano que vem.

Seja como for, acredito que meus erros possam até ter causado alguma estranheza aos leitores. Pode ter deixado o texto um tanto sem sentido, ou ter sido motivo de chacota. Mas não mais que isso. Sempre fujo das “barrigas”.

Erro de apuração pode se confundir com ma fé, falta de ética, mentira. Verdade e honestidade são matérias primas do jornalismo. Não dá pra correr o risco. Nem jornalistas nem emissoras. Apurar é obrigação. Na dúvida, não publique. Até porque, ninguém tem aumento de salário nem ganha prêmio por um furo.

Mais de 20 anos se passaram e a Veja ainda carrega consigo o ridículo caso do “boimate”. No ano passado, a Globo News divulgou a notícia de que um avião da empresa Pantanal havia se chocado com um prédio em São Paulo. Várias rádios e sites também publicaram, baseados no noticiário da Globo News. Era um incêndio em uma loja de colchões. Noblat postou em seu blog um mandato de prisão contar Edir Macedo e a diretoria da Rede Record por diversos crimes. O caso havia sido arquivado e os réus absolvidos. Entre muitas outras “barrigas”.

E agora temos o caso da brasileira Paula Oliveira ferida na Suíça. Tudo indica que ela forjou a história, por motivos ainda desconhecidos. Ela pode ser presa por isso. A Rede Globo abraçou a versão da de Paula Oliveira e transformou o fato em assunto de estado. E com isso, uma onda de ódio contra a Suíça se levantou no Brasil nos últimos dias.


É fato que os brasileiros não têm recebido um tratamento digno no exterior, principalmente na Espanha. Alguns injustamente. Outros são sim aventureiros que estão em busca de trabalho. Desta forma, justos pagam por pecadores. E isso é caso de estado. Diplomatas recebem para isso. Não só para acompanhar, mas para tomarem medidas. Quebra de relações, só em casos extremos.

Para sorte do Brasil, que quase comprou um briga ilegítima, o presidente suíço, Hanz Rudolf Merz, optou por terminar a farra dando ao caso o tratamento que merece, sem os estardalhaços da mídia. Isso é diplomacia. E um tapa de luvas.



LEIA TAMBÉM:

O caso do "boimate"

Vida de deportado

BARRIGA DE ESTÁGIO

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BarrigaJargão jornalístico que consiste em publicar notícia irreal, que não teve as fontes devidamente checadas.

Certa vez, estagiando em uma rádio, eu havia terminado de fazer a chamada ronda; Tinha ligado para o empresa e trânsito de Belo Horizonte, para as polícias rodoviárias, bombeiros, taxistas etc. Não havia nada de anormal na cidade. Meu colega de estágio estava ouvindo a rádio concorrente, que naquele momento noticiou um acidente em uma das principais avenidas da cidade, e por conseqüência, havia se formado um congestionamento no local. Meu amigo foi logo redigir a nota. Eu questionei. Ele disse: “- Eu banco”.

Fiz a ronda novamente. Não havia nada mesmo, e o agente de trânsito ficou de enviar uma viatura ao locar para confirmar. Nesse tempo, a nota do meu amigo, baseada no noticiário da concorrente foi ao ar. Minutos depois, o agente de trânsito retornou a ligação e disse que se tratava de um veiculo com pneu furado na pista central, mas que foi logo removido para o acostamento.

Não houve acidente, nem vítimas, nem engarrafamento. Mas era tarde, a notícia já tinha ido. Para o nosso bem, não houve repercussão.

E eu continuo fugindo das “barrigas”.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

DE OLHO NO MERCADO DE TRABALHO

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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

UM PREFEITO, UM ÍDOLO OU AMBOS?

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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

QUEM LEVA?

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A nova de lei de campanha eleitoral mudou muito a forma de se angariar votos. Nas edições municipais anteriores, os candidatos promoviam verdadeiras festas, os showmícios. Duplas sertanejas, grupos de axé, carros de som, distribuição de camisas, bonés, chaveiros etç. Tudo era permitido. E nesses eventos, verdadeiras fortunas eram gastas e não havia a menor preocupação de se saber a origem delas ou o valor gasto aproximado. E na verdade ninguém se importava.


Mas os tempos mudaram. Os meios de comunicação evoluíram, e de alguma forma as pessoas ao menos parecem mais instruídas e esclarecidas. As antigas estratégias já não enganam. E em dias em que ser politicamente correto é quase uma obrigação, a propaganda eleitoral teve que se adaptar de uma hora para outra.


Assim, as campanhas se tornaram midiáticas: Quem mais e melhor aparecer nos veículos de comunicação, conseqüentemente terá mais chances. O que de forma alguma torna a disputa mais justa. Ou melhor, não muda nada. Quem assina o cheque ainda pode mais. Prova disso é o surgimento de Marcio Lacerda. Do anonimato a quase prefeito de Belo Horizonte, desbancando nomes conhecidos da cidade.


Além da publicidade paga, as matérias que circulavam nos jornais impressos, de rádio e de TV, estavam claramente tendenciosas ao chamado candidato da aliança. E tudo parecia certo de que sua vitória se daria no primeiro turno, dados os padrinhos Aécio Neves e Fernando Pimentel. E esses pecaram por excesso. Falaram e apareceram tanto, recomendaram de uma forma tão forçada e com um clima de já ganhou, que incitaram os “contra-dobradinha”. Estes votaram em Leonardo Quintão, por simples oposição.


O candidato do PMDB tem lá seus predicados que foram notados no decorrer da campanha e lhe garantiram uma vaga no segundo turno: jovem, bonito, sotaque caipira, popularidade e simpatia. Isso sem falar na sua nova garota propaganda: a esposa. Também bela jovem e simpática.

Dado o cenário, a decisão em Belo Horizonte será emocional. O povo de Minas em si é carente de ídolos. Sem grandes nomes na música, na dramaturgia ou no futebol, o posto maior atualmente é ocupado pelo governador. Marcio Lacerda está muito longe de ser um prefeito pop star, mas tem bons padrinhos. Leonardo Quintão e a bela candidata a primeira dama dão ares de que podemos ter por aqui um casal “Sarkozy e Bruni”, e pelo visto é isso que o povo quer.



segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Formatura alternativa

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TRADICIONAL SIM. OBRIGATÓRIO NÃO.

Baile de formatura também tem concorrência


Fim do curso superior, diploma na mão, é hora de comemorar. Chega o momento tão sonhado baile: Comida, bebida, dança, fotos, amigos, parentes e colegas de classe. Uma despedida e a celebração do fim de uma etapa. Um roteiro conhecido, mas que já não é unanimidade.


Marcos José da Silva, 34, agente de segurança, é estudante de administração da PUC do Barreiro, em Belo Horizonte, e vai ser formar em junho de 2009. Ele e outros oito amigos não pretendem participar do baile.




Já Marcos Amorim, 25, estudante de jornalismo da Newton Paiva de Belo Horizonte, irá concluir o curso no fim do próximo ano. O baile também não está nos seus planos. “Já estou juntando dinheiro para fazer uma festa particular na casa da minha mãe, em Brumadinho, para alguns amigos e parentes”. O universitário explica que o motivo da escolha é que sua turma não tem um clima amigável e que todas as tentativas de realizar festas terminaram em brigas.


Segundo Rafael Ferreira, 31, promotor de eventos, as comemorações alternativas têm ganhado espaço nos últimos anos. “Tenho achado bacana a iniciativa. E ao contrario do que muita gente pensa, isso tem é dado mais serviço para as empresas de cerimonial”. Para não ficar para trás, Ferreira está se especializando no assunto. “Há pouco tempo fiz uma festa havaiana e um baile de máscaras. Foi escolha das turmas. Em dezembro, vamos trabalhar em uma festa fantasia”.


Também de olho nesse mercado, as empresas de turismo já estão se adequando. De acordo com Natalia Rocha, 22, agente de viagens, é grande a procura por pacotes para estudantes. “Hoje temos planos especiais para cruzeiros, e nas filiais de São Paulo e Rio já conseguimos fechar só com universitários. Mas os destinos mais procurados ainda são o Hopi Hari e Beto Carreiro World”.


Se as novidades são tentadoras, os preços também têm sido bem atrativos. Pacote de viagem para o litoral do nordeste, de uma semana, custam em média R$1.200 por pessoa, parcelados em até 12 vezes sem juros. E se o grupo for de mais de 20 pessoas, com pagamento à vista, o valor pode cair ainda mais.


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O sonho de um baile de formatura


Festejar ou não? Eis a questão


O sonho custa caro


Colação de grau: Um cerimônia milenar


Comissões que não deram certo


VOLTAR AO LEAD VIRTUAL

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Quase lá

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Sétimo período de jornalismo na Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte. Agora falta pouco, e o cansaço é visível em toda a turma, principalmente para aqueles que enfrentam uma jornada dupla, trabalho e estudo. E o caso de Samara Scoralick, 24. E se não bastasse tudo isso, o grande desafio do curso começa agora; o TCC, trabalho de conclusão de curso.


A futura jornalista já faz planos para produzir um documentário sobre clínicas de reabilitação que tratam de dependentes químicos. A inspiração pelo tema veio da convivência com pessoas que passam ou já enfrentaram este tipo de problema. A idéia é mostra como funcionam estas instituições, quem são as pessoas que lá trabalham e por que escolheram atuar nesta área. E claro, também mostrar relatos dos pacientes. “Tenho curiosidade em saber quem são as pessoas que administram este trabalho e também de conhecer os resultados. Isso nunca aparece nos jornais”.


De acordo com a estudante, nos noticiários diários não há espaço para este tipo de prestação de contas a sociedade. Sendo assim, ela vê na produção de documentários a possibilidade de mostrar este outro lado. “Como tenho que focar bem o assunto, pretendo trabalhar com uma instituição evangélica que cuida de mulheres. Já fiz alguns contatos”. No momento, Samara está trabalhando com a parte de pesquisa e de levantamento da bibliografia. Há ainda muito o que se fazer, e se tudo der certo, é bem provável que a produção final chegue ao público. “Não quero fazer algo apenas por fazer, porque tenho que concluir o curso. Quero fazer algo bacana, pois gosto do jornalismo. E com fé em Deus, não quero que este documentário fique só aqui.”


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